"Quando a última árvore tiver caído, quando o último rio tiver secado, quando o último peixe for pescado, todos vão entender que dinheiro não se come". ( VALDOMIRO MAICÁ)

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Florestas são essenciais para o combate à desertificação

"Este é nosso lema para o ano de 2011. A comunidade científica tem informação sobre as florestas temperadas e tropicais. Queremos aproveitar esta data para fazer chegar ao grande público informações sobre as florestas de terras secas, que correspondem a 18% do solo das zonas áridas, segundo informou a FAO", afirma Luc Gnacadja, Secretário Executivo da Convenção das Nações Unidas de Luta Contra a Desertificação (UNCCD, sigla em inglês).

Também conhecidas como florestas secas tropicais e florestas dos países com baixa cobertura vegetal, elas exercem papel fundamental para sustento das terras secas, configurando-se como diferencial entre viver na pobreza extrema e desfrutar de um meio de vida sustentável.

Segundo um estudo da International Food and Policy Research Institut, nos anos 80, produtores de Níger plantavam seus cultivos três vezes por temporada, pois as plantas eram cobertas por areia, arrastadas pelo vento. Hoje, os mesmos produtores plantam uma vez por temporada, pois nessa região se levantou uma floresta que protege as sementes. 

Também, as árvores fornecem forragem suficiente para manter seu gado por seis meses, e ainda lenha, frutas e produtos medicinais para o consumo doméstico e venda. Estes resultados estão animando os produtores dessa região a plantarem mais 5.000 hectares (área equivalente ao tamanho de Costa Rica).

Gnacajda ressaltou que o resto do mundo está se beneficiando indiretamente desses gestores florestais locais: "suas florestas absorvem o excesso de carbono no ar e são um importante santuário para a biodiversidade; e ainda aqueles que vivem no campo estão melhorando suas capacidades para adaptar-se às mudanças climáticas. Isto é verdadeiramente notável", destacou.

O secretário executivo apontou ainda que "se cada um comprometer-se a plantar uma só árvore numa zona degradada das terras secas e que esta arvore sobreviva ao longo do ano, poderíamos conseguir mais de 2 bilhões de arvores nas terras secas. Daríamos um passo importante no reflorestamento das terras secas, mantendo-as ativas para gerações presentes e futuras".

FONTE

Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Projeto Biomas terá comitê regional no Cerrado

Lançado no ano passado pela CNA e Embrapa, o Projeto Biomas tem por objetivo garantir a proteção ambiental sem comprometer a produção de alimentos, a partir da utilização de árvores nativas e exóticas na integração com o sistema produtivo e com as áreas de preservação ambiental nas propriedades rurais.

Durante três dias, os especialistas em pesquisa participaram do encontro para discutir sugestões de propostas e parcerias para o projeto no Cerrado. Os interessados em apresentar projetos de pesquisa para a realização de experimentos científicos deverão encaminhar pré-projetos até agosto. As análises destes projetos serão debatidas entre o comitê regional e o comitê nacional, coordenado pela Embrapa Florestas

"Hoje demos um passo importante. Tivemos maior aproximação com entidades de pesquisa, constituímos uma equipe de trabalho, e tivemos a formação de novas parcerias e de linhas temáticas para o projeto", destacou o coordenador nacional do Projeto Biomas, o pesquisador Gustavo Ribas Curcio, da Embrapa Florestas.

ARTEIRA

HIDROPONIA LEVERGER

domingo, 19 de junho de 2011

Inventário Florestal Nacional


Você sabia que o Brasil é considerado a maior reserva ambiental do planeta? E que as florestas do país estão passando por uma espécie de censo? Parece impossível, mas não é. As árvores estão sendo contadas, por amostragem, para a formulação do Inventário Florestal Nacional. O levantamento vai ajudar na preservação dos ecossistema. O Rio Grande do Sul e o Ceará são os próximos estados a começar o inventário florestal. 17/06/11 - TV NBR - 2:16



segunda-feira, 13 de junho de 2011

As "bactérias assassinas" e os adubos orgânicos

Os adubos orgânicos, devido às origens das matérias-primas utilizadas na sua fabricação ou elaboração, têm sido muito questionados, pelo risco de conterem metais pesados como o cádmio, mercúrio, zinco, cobre, cromo, níquel e outros. Os próprios chamados "defensivos alternativos" e "biofertilizantes", compostos de sais de cobre, zinco, cobalto, manganês e outros, à luz dos novos conhecimentos, podem ser tão ou mais perigosos do que os agrotóxicos comuns.

A Ciência já tinha comprovado e as pessoas mais antigas ainda devem se lembrar da época em que a humanidade lutava contra as mais variadas moléstias infectocontagiosas provindas de alimentos contaminados. Entretanto, a não ser a Ciência, poucos sabiam que os agentes causadores de tais moléstias estavam principalmente nos estercos usados na adubação orgânica e nas águas contaminadas, utilizadas para irrigação das culturas. Com o surgimento da adubação química e de novos medicamentos tais moléstias diminuíram drasticamente, dando lugar a outros tipos de problemas conhecidos com o advento da agricultura convencional.

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