"Quando a última árvore tiver caído, quando o último rio tiver secado, quando o último peixe for pescado, todos vão entender que dinheiro não se come". ( VALDOMIRO MAICÁ)

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Estudo brasileiro sobre Amazônia chama atenção da Nature


Edição da revista Nature de janeiro de 2012 destaca o Experimento de Larga Escala na Biosfera-Atmosfera na Amazônia (LBA), projeto que vem sendo desenvolvido há mais de vinte anos pelo Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (INPA) em parceria entre diversas instituições, com a coordenação do professor Paulo Eduardo Artaxo Netto, do Instituto de Física (IF) da Universidade de São Paulo (USP).

Em texto publicado no periódico, Artaxo conta como um grupo de cientistas colocou em prática "um ambicioso plano para estudar a floresta amazônica de uma forma totalmente nova, para melhorar a nossa compreensão da floresta e seu papel no sistema climático global". O intuito era construir uma base científica para aprender como a região poderia ser desenvolvida de forma sustentável.

Cientistas alertam para os problemas que ainda permanecem no Código Florestal



A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e a Academia Brasileira de Ciências (ABC) entregam ontem (27/02/12) ao relator da proposta do novo Código Florestal, o deputado Paulo Piau (PMDB-MG), um documento que aponta os pontos que ainda precisam e podem ser alterados pelos parlamentares antes de o projeto ser votado pela Câmara dos Deputados e ir a sansão ou veto presidencial.

No documento, as entidades científicas reconhecem os avanços da proposta apresentada pelo Senado Federal, mas ressaltam que ainda permanecem problemas graves, que trarão prejuízos desastrosos ao meio ambiente e comprometerão a própria sustentabilidade da agricultura.

Para cada item, as entidades mostram como o problema é regulado pelo Código Florestal em vigor, qual a proposta encaminhada pelo Senado e as suas consequências. "Ou seja, fornecemos os parâmetros necessários para os deputados fazerem as alterações que ainda são possíveis", ressaltou o prof. Ricardo Rodrigues, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), um dos integrantes do grupo de trabalho da SBPC e ABC que foi instituído com o objetivo de fornecer dados técnico-científicos para subsidiar as discussões dos parlamentares sobre este assunto.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Abóbora gigante gera mistério e intriga dono de sítio

Tio de Schmitt posa com abóbora gigante em Blumenau. Foto: Jaime Batista da Silva/vc repórter


Uma abóbora de 38,5 kg nasceu misteriosamente em um sítio em Gaspar, a 14 km de Blumenau, em Santa Catarina. José Francisco Schmitt, um dos residentes do sítio, achou o enorme vegetal na segunda-feira (30), ao passar por um capinzal que servia como depósito de entulho.
"Fazia tempo que eu não passava pelo capinzal. É uma terra muito boa, mas nunca vimos isso acontecer. Posso garantir que nós não plantamos essas abóboras", afirmou.
Chico, como é conhecido, também se espantou com a casca branca do vegetal. "Teve gente que pensou que era um chuchu", brincou. Perto do capinzal, Schmitt achou outras abóboras com o tamanho fora do comum. "Vou deixá-las crescer até não poder mais", disse.
Embora a abóbora tenha intrigado a família, Schmitt diz que aprovou o sabor. "Ela é branca por fora, mas amarelinha por dentro. E muito doce". Em visita a Blumenau, onde a família tem uma sorveteria, a abóbora virou um sucesso. Mas por pouco tempo, avisa Chico: "ela vai virar sorvete de abóbora com coco".
Fonte: Terra noticias

Anvisa lança cartilha com orientações sobre agrotóxicos


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) lançou uma cartilha com orientações para trabalhadores rurais que trabalham com agrotóxicos. O objetivo é que eles saibam como evitar intoxicações. De acordo com os dados do Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmcaológicas da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em 2009, foram registradas 188 mortes por agrotóxicos e 11.641 casos de intoxicação. O agrotóxico de uso no campo é a segunda causa de intoxicação no país, ficando atrás apenas dos medicamentos, que somaram 26.540 registros no mesmo ano. A cartilha também está disponível para download no site da Anvisa (arquivo PDF - 6,48 Mb).

A cartilha cita quais são os principais sintomas de intoxicação aguda, seja pela respiração, boca ou contato com a pele, e como a pessoa deve agir. Alguns dos efeitos são inchaço no corpo, alergias, dor de cabeça, câimbras, vômitos, dificuldade de respirar e irritação na pele. Nos casos agudos, a contaminação pode provocar impotência, aborto e depressão.

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