"Quando a última árvore tiver caído, quando o último rio tiver secado, quando o último peixe for pescado, todos vão entender que dinheiro não se come". ( VALDOMIRO MAICÁ)

sábado, 31 de março de 2012

Mais duas bacias hidrográficas podem começar a cobrar pelo uso da água

A cobrança pelo uso da água nos rios de domínio da União, hoje restrita a quatro bacias hidrográficas, poderá se estender ainda em 2012 para as bacias do Paranaíba, que banha os estados de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul e o Distrito Federal, e do Verde Grande, integrante da Bacia do São Francisco. Segundo o gerente de Cobrança pelo Uso de Recursos Hídricos da Agência Nacional de Águas (ANA), Giordano de Carvalho, a iniciativa é sempre dos comitês de bacias, que recebem apoio técnico da instituição. No momento, estão sendo elaborados os planos de Recursos Hídricos das novas bacias, sem os quais a cobrança não pode ser iniciada.

As bacias interestaduais que já cobram pelo uso dos recursos hídricos são as dos rios Paraíba do Sul, entre São Paulo, o Rio de Janeiro e Minas Gerais; Piracicaba, Capivari e Jundiaí, entre São Paulo e Minas Gerais; São Francisco, que envolve sete estados brasileiros; e Doce, entre Minas e o Espírito Santo.

sexta-feira, 16 de março de 2012

Brasil se prepara para ser a âncora verde da agricultura no mundo

 

O diretor-presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Pedro Arraes, apresentou ontem (14/03/12), na sede da empresa, em Brasília (DF), as ações prioritárias para 2012 com foco principal na agricultura verde. Segundo ele, esse é o momento de investir em ferramentas tecnológicas que possam garantir ao país a posição de âncora verde, em termos de agricultura em todo o mundo. "Elegemos esse ano na Embrapa como o ano da Agricultura Mais Verde. Precisamos focar no futuro, no que gerar e no que vamos disponibilizar para o agricultor para garantir o futuro de todos. Muita pesquisa e muito trabalho serão necessários para isso."

Rede oferece oficina online "Mudanças Climáticas e Segurança Hídrica"

A oficina on line Mudanças Climáticas e Segurança Hídrica, promovida pela Rede Mobilizadores Coep com apoio da Fundação Banco do Brasil (FBB) e Fiocruz, segue com inscrições abertas e gratuitas até o dia 19 de março de 2012. Para participar da oficina é preciso se cadastrar no site da Rede Mobilizadores, efetuar o cadastro e em seguida solicitar a inscrição deixando o nome completo na página "Mudanças Climáticas e Segurança Hídrica é tema de oficina", que está em destaque na página do Mobilizadores www.mobilizadores.org.br.

Frutas e vegetais podem deixar as pessoas mais bonitas, diz pesquisa

 
A experiência feita pelos pesquisadores da universidade britânica de St. Andrews mostrou que o aumento no consumo de frutas e vegetais deixa as pessoas mais atraentes em apenas seis semanas. Para comprovar o fato, o grupo acompanhou a mudança na dieta alimentar de 35 pessoas e registrou em fotos as mudanças físicas apresentadas por elas.

Conforme publicado no jornal Daily Mail, as frutas e vegetais são ricos em carotenóides, que protegem contra o dano celular ocasionado pelos raios UV e poluição, além de prevenir doenças relacionadas à idade, como o câncer e outros problemas cardíacos.

Antes mesmo deste experimento, já era conhecido que a ingestão extrema de alguns vegetais poderia resultar em alterações na tonalidade da pele. No entanto, isso foi percebido em pigmentos vermelhos e amarelos, além dos mais conhecidos laranjas. O resultado, conforme publicado na revista PLoS ONE, foi uma tonalidade mais atraente, resultante do aumento dos níveis de carotenóides.

Uso de agrotóxicos em lavouras segue lógica do lucro

 

De acordo com o ativista, que lançou no ano passado a Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela Vida, o Brasil deveria proibir totalmente o uso desse tipo de produto. Ele acredita que a utilização dessas substâncias está ligada apenas à lógica mercadológica de aumento de lucros.

"O crescimento do uso de agrotóxicos no Brasil não tem a ver com necessidade agronômica, com condições climáticas, mas com o modelo atual do agronegócio, para conseguir produtividade e lucro máximos. Por isso, é preciso conscientizar a população para que, num processo de transição, cheguemos à [condição de] não utilização de nenhum tipo de veneno agrícola", avaliou.

sábado, 10 de março de 2012

Milho transgênico cresce em ritmo acelerado

Um dos painéis de discussão do workshop sobre milho transgênico que terminou ontem (09/03/12) na Embrapa Milho e Sorgo (Sete Lagoas/MG) foi sobre os custos e os benefícios da produção desse tipo de cereal. Quatro profissionais de diferentes áreas de atuação deram contribuições para o debate. Anderson Galvão, da Céleres, empresa de consultoria em mercado agrícola, lembrou que, do ponto de vista histórico, após muita discussão, chegou-se, no Brasil, a um ritmo por ele considerado normal de trabalho no que se refere à avaliação e à eventual aprovação de transgênicos. Segundo Anderson, a primeira avaliação da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), realizada em 1999, demorou 100 meses. Hoje, o tempo gasto gira em torno de 10 meses. 
Atualmente, há 33 eventos transgênicos aprovados no Brasil para quatro culturas agrícolas diferentes. O milho lidera, com 18 eventos, seguido do algodão, com nove, da soja, com cinco, e do feijão, com um. Em termos de área total cultivada com transgênicos, também de acordo com a Céleres, o milho de inverno (ou milho segunda safra ou, ainda, milho safrinha) registrou quase 83% no último plantio, aproximando-se bastante da soja, que teve mais de 85% de adoção.

Chama a atenção a rapidez da expansão do milho transgênico no campo. Em apenas quatro safras, já é quase 65% o índice de adoção por área plantada, bem acima, por exemplo, dos 39% registrados pelo algodão, cujo plantio transgênico foi autorizado há oito safras. De acordo com Anderson, "hoje, o produtor de milho paga mais satisfeito R$ 400,00 por saca de milho transgênico do que pagava, antes, R$ 100,00 / R$ 120,00 por milho convencional".

segunda-feira, 5 de março de 2012

Código Florestal será votado definitivamente no dia 6 de março

A votação do novo Código Florestal brasileiro, marcada para amanhã (06/03/12), na Câmara dos Deputados, vai enfrentar fortes resistências dos setores ambientalista e científico. Mesmo assim, o governo não abre mão de ver a matéria aprovada definitivamente. A primeira batalha a ser enfrentada pelos defensores do texto será com a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que já se manifestou contrária à proposta da forma como saiu do Senado Federal. Os cientistas da SBPC querem mudanças na matéria e o veto de alguns trechos colocados pelo senador Jorge Viana (PT-AC) - que foi o relator do projeto no Senado.

Um dos pontos que mais preocupam os cientistas é a redução das áreas de preservação permanente (APP) nas margens de rios. Um documento entregue pela SBPC ao relator da matéria na Câmara, deputado Paulo Piau (PMDB-MG), e apoiado pela deputada Janete Capiberibe (PSB-AP), aponta que as APPs serão reduzidas em 50% com o novo texto.

CONSUMO RESPONSÁVEL





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